10 grandes séries que (infelizmente) pouca gente assiste — parte 2
Para você sair da caixinha.

Supernatural, Game of Thrones, Stranger Things, Grey’s Anatomy, The Walking Dead, Friends… todas essas são séries que você provavelmente já assistiu a pelo menos um episódio, ou no mínimo conhece alguém que ama. Mas nem todas as séries são este mesmo fenômeno de público, apesar de que deveriam ser. E foi pensando no bem da sua grade de séries que o AdoroCinema montou uma segunda parte da lista de utilidade pública com dez séries que mereciam mais amor e mais audiência.
Comédia de situação, reboot de uma clássica de Norman Lear da década de 1970. Descrevendo assim, até parece que a série é completamente dispensável, mas é exatamente o oposto. A nova versão, original Netflix, traz uma abordagem atual do problema da imigração, e aborda preconceito misturado a uma trama sobre o amadurecimento de dois adolescentes, conflitos geracionais, uma mãe solteira que lutou na Guerra do Iraque e uma avó que saiu de Cuba com a cara e a coragem durante sua juventude. Leia aqui a nossa crítica da segunda temporada.
Que tal Sex & the City, mas nos subúrbios de Los Angeles, com personagens negros e com dramas muito mais reais, com os quais é extremamente fácil se identificar? Insecure é mais ou menos isso. Produzida e protagonizada pela excelente Issa Rae, a comédia é um olhar extremamente honesto para os problemas profissionais e emocionais da geração em que se encaixa, repleto de acidez e ironia, mas sem fugir das emoções reais e dos medos que afligem os protagonistas. Leia aqui a nossa crítica da segunda temporada.
Não há ousadia suficiente no mundo para descrever o quão inventiva é The Good Place. A série de Mike Schur tem uma premissa extremamente limitada, acompanhando uma mulher, Eleanor Shellstrop (Kristen Bell), que é enviada ao Paraíso por engano e precisa fazer de tudo para não ser descoberta e ir de verdade para o inferno — o ‘Bad Place’. Mas a partir disso a série cresce de maneiras inimagináveis, e se torna uma reflexão filosófica insana, inteligente e bem-humorada sobre o condicionamento humano e a capacidade de reinvenção do humor. Leia aqui a nossa crítica da segunda temporada.
Esta série policial britânica acompanha Catherine Cawood (vivida pela excelente Sarah Lancashire), que busca pelo estuprador responsável pelo suicídio de sua filha, ao mesmo tempo em que precisa a filha de seu chefe, raptada pelo tráfico local. Angustiante, violenta e corajosa, a série coloca as mulheres no centro da ação do início ao fim, sem pedir desculpas por sua ousadia, amparada no texto e na produção de Sally Wainwright.
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