Sangue Azul, de Lírio Ferreira, fica com o troféu Redentor do Festival do Rio. Conheça todos os premiados
À Queima Roupa, de Theresa Jessouroun, foi considerado o melhor entre os documentários.

À Queima Roupa, de Theresa Jessouroun, foi considerado o melhor entre os documentários.
Completados 15 dias de maratona cinematográfica, chegou ao fim ontem o Festival do Rio. Sangue Azul e À Queima Roupa foram os grandes vitoriosos e receberam o Troféu Redentor.
Dirigido por Lírio Ferreira, Sangue Azul tem o elenco liderado por Daniel de Oliveira e apresenta um complicado drama familiar envolvendo circo, tabu e um cenário paradisíaco. Além de ser considerado o melhor longa de ficção, o filme, que havia recebido os prêmios de melhor fotografia e melhor figurino no Festival de Paulínia, rendeu o troféu de melhor diretor ao pernambucano Lírio e melhor ator coadjuvante a Rômulo Braga. Na categoria dos documentários, a dobradinha melhor filme = melhor diretor foi mantida e os prêmios foram para Theresa Jessouroun e seu contundente filme sobre os abusos da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro: À Queima Roupa.
Bianca Joy, protagonista de Prometo um Dia Deixar Essa Cidade, de Daniel Aragão, foi eleita a melhor atriz, enquanto o garoto Matheus Fagundes, de Ausência, foi considerado o melhor ator. Ausência, de Chico Teixeira, também ficou com o prêmio especial do júri, presidido por Karim Aïnouz e formado por Andrea Barata Ribeiro, Malu Mader, Maurizio Braucci e Mike Downey.
Casa Grande, de Fellipe Barbosa, e Favela Gay, de Rodrigo Felha, foram os favoritos do público e ficaram com os prêmios do júri popular.
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