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Ghost in the Shell: ‘Repetir aquela performance não me inspirou em nada’, diz Scarlett Johansson sobre o original (Entrevista Exclusiva)

Em entrevista ao AdoroCinema, atriz ainda comentou possibilidade de estrelar possível filme solo da Viúva Negra.

Adorocinema·
Ghost in the Shell: ‘Repetir aquela performance não me inspirou em nada’, diz Scarlett Johansson sobre o original (Entrevista Exclusiva)

Em entrevista ao AdoroCinema, atriz ainda comentou possibilidade de estrelar possível filme solo da Viúva Negra.

“Não foi imediatamente aparente para mim que essa seria uma personagem na qual eu poderia entrar, de fato”. Contrariando o batido discurso “me-apaixonei-de-cara-pela-personagem”, Scarlett Johansson contou, em entrevista ao AdoroCinema, não ter se empolgado tanto com a ideia de interpretar a protagonista de A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell.

Pelo menos, não inicialmente: “A personagem, no anime original, é muito introspectiva e fria. Repetir aquela performance não me inspirou em nada”, disse a atriz, a respeito do papel, para o qual teve mais tempo do que o usual em Hollywood para se preparar.

E o que a fez mudar de ideia? “Foi só quando Rupert [Sanders, o diretor] e eu começamos a conversar sobre as várias camadas e dimensões de sua vida interior e da incrível situação na qual se encontra, que comecei a me ligar emocionalmente com a personagem. Aí já era tarde demais, não consegui deixá-la”.

A ponta do iceberg. Baseado na franquia japonesa que inclui mangá e dois longas de animação, os direitos para a versão live-action de A Vigilante do Amanhã foram comprados em 2008 por Steven Spielberg, via DreamWorks. “Depois do meu primeiro filme [Branca de Neve e o Caçador], ele [Spielberg] me convidou para fazer outro, mas não deu certo. Então, ele me ligou e perguntou se eu estaria interessado em Ghost in the Shell”, conta Sanders, que se declara fã do original.

Depois de muitas discussões, ele atesta que o que se vê na tela é apenas a ponta do iceberg. “Um mundo inteiro precisava ser criado e este é um mundo muito único, singular. Precisamos fazer o design todo. Vocês só veem provavelmente 10% das ideias na tela, existem muitas outras que não se concretizaram”.

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