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Quinta noite do Festival de Brasília 2013 teve filme misterioso e altas doses de sexo

E o humor também marcou presença no penúltimo dia de competição do 46º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Veja como foi!

Adorocinema·
Quinta noite do Festival de Brasília 2013 teve filme misterioso e altas doses de sexo

E o humor também marcou presença no penúltimo dia de competição do 46º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Veja como foi!

Mistério, efeitos especiais, humor, metáforas e cenas quentes foram os ingredientes da quinta noite do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Veja como foi!

Bom 🙂 Exibido no Festival de Brasília de 1968, um título dirigido por Joaquim Pedro de Andrade (Macunaíma) acabou desaparecido por questões com os patrocinadores e a censura. Brasília, Contradições de Uma Cidade Nova questionava as distorções daquela que foi projetada para ser a cidade modelo, revelando erros, como não pensar no entorno da metrópole e a consequente favelização. Quarenta e cinco anos depois, Plano B (DF), de Getsemane Silva, volta a tocar nesta ferida. Para isso, usa o filme (encontrado no MAM-RJ), entrevista realizadores, como o premiado diretor de fotografia Affonso Beato (Tudo Sobre Minha Mãe), e ainda protagonistas daquele momento: candangos e funcionários do governo, na época. O resultado é um documentário interessante, que faz você viajar no tempo, seja ao som da locução empostada (e vendedora) enaltecendo a cidade ou com as próprias imagens antigas, muitas vezes, em contraste com as atuais. Sem nada de inovador, é um filme simpático, que foi bem recebido pelo público e deixa a corrida pelos prêmios na categoria ainda mais acirrada. Bateu curiosidade, veja um trailer mais abaixo!

Bom 🙂 Uma mulher (Simone Iliescu) está dividida entre o amor pelo namorado e a ardente paixão que sente pelo amante, um cara sem grana e violento, que tem ainda sob seus cuidados um menino praticante de delitos. O que o futuro reserva para eles? Sexo, pobreza, cidade, violência urbana e as relações humanas estão presentes no longa Riocorrente (SP), de Paulo Sacramento (Meu País). Fazendo uso efeitos especiais e diálogos questionadores, sobre a ditadura "do novo", por exemplo, o filme tem boa trilha, que dialoga com o roteiro, criando bons momentos de tensão. Seu maior pecado, talvez, foi exagerar nas simbologias. Destaque para a participação de Arnaldo Baptista cantando e tocando piano. Ao fim da sessão, recebeu muitos aplausos e parece estar na briga pelo Candango.

Bom 🙂 Um coelho super bem sucedido e cheio de história para contar demonstra passar por um momento de extrema insatisfação com a vida que leva. Sua salvação temporária está nas memórias que ainda o fazem pensar se deve ou não se suicidar. Dirigido por Gabriel Garcia, o curta animado Ed. (RS) já foi premiado no Fantaspoa (Júri Popular) e seu impacto visual é indiscutível. Sua imagens de forte colorido são embaladas por boa trilha e referências cinematográficas, como Platoon e Os Impostores, entre outros. Ao fim da exibição, os aplausos vieram, mas não pareciam muito empolgados. Vai ver o pessoal queria um pouco mais de história. Será? Vai entender…

Bom 🙂 Um senhor de idade, colecionador de publicações impressas tem um enorme acervo particular. Somente sobre o Paraná do século passado são cerca de sete…

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