Supergirl retorna poderosa e sorridente na segunda temporada (Crítica)
Novos personagens, nova emissora e muito empoderamento feminino trouxeram ar fresco para a série da Garota de Aço.

Novos personagens, nova emissora e muito empoderamento feminino trouxeram ar fresco para a série da Garota de Aço.
Depois de uma estreia bem mediana na CBS, Supergirl teve segunda chance ao mudar para a programação da CW. Afinal, o potencial sempre esteve ali. A super-heroína vivida por Melissa Benoist tem carisma de sobra e o material de origem já tem um grande grupo de fãs consolidado.
As mudanças para o estilo da emissora teen surgem logo de cara. O casal sem química chega ao fim – desculpe fãs de Kara e James (Mehcad Brooks) -, Winn (Jeremy Jordan) se torna o gênio útil do DEO e são introduzidos dois personagens essenciais da nova fase: um interesse amoroso (o Mon-El de Chris Wood) e alguém com sobrenome bem famoso para os fãs da DC, Lena Luthor (Katie McGrath).
Resumidamente, é possível separar os trunfos e erros da segunda temporada de Supergirl em três aspectos.
Para começar, sua protagonista. Mesmo após os 22 episódios iniciais, Kara Danvers ainda estava presa ao fato de ser prima do Superman. Era necessário construir a personagem como alguém tão forte, independente e interessante quanto o parente mais famoso. Algo que ajudou nisso foi finalmente apresentar a versão televisiva de Clark Kent (um ótimo trabalho de Tyler Hoechlin).
Focando mais em seu lado profissional para só depois introduzir um novo casal foi ótimo para (re)apresentar Kara ao novo público. Ao mesmo tempo, o roteiro insistiu em retratar o lado divertido e inspirador da jovem – que segue como um belo exemplo na TV sobre como uma mulher pode ser poderosa. Melissa consegue carregar o lado encantador e poderoso do papel, sem cair no estereótipo.
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