The Walking Dead S07E15:
Leia a nossa crítica do penúltimo episódio da sétima temporada de The Walking Dead.

Leia a nossa crítica do penúltimo episódio da sétima temporada de The Walking Dead.
A um episódio do grande final da sétima temporada, The Walking Dead resolve voltar a focar em mais de um arco de personagem, fórmula que funciona e praticamente retorna aos tempos de ouro da série. O programa finalmente deixa os passos de zumbi para trás e acelera.
O problema é que acelera até demais. O capítulo anterior, "The Other Side", terminou com um gancho para uma esperada cena de ação – Sasha (Sonequa Martin-Green) deixando Rosita (Christian Serratos) para atrás e entrando sozinha na base dos Salvadores –, momento que prometia empolgar "Something They Need". Só que "Algo que Eles Precisam" (tradução) pulou diretamente para o dia seguinte, com a personagem já capturada e Negan afirmando somente que ela "causou uma grande confusão na noite anterior".
A questão é justamente que, em uma temporada com quinze episódios, alguns deles mostraram cenas longas e desnecessárias – como uma sequência sem falas antes do crédito de abertura no próprio "The Other Side" – enquanto outros ignoram momentos que o espectador aguardara há tempos.
Ainda assim, o décimo quinto episódio apresenta bons momentos de tensão. Um deles é quando um membro dos Salvadores, David, entra na cela de Sasha e faz menção de estuprá-la. Felizmente, não tivemos mais uma cena gratuita e desnecessária, pois toda a constrangedora sequência é impedida com a chegada de Negan (Jeffrey Dean Morgan), que desaprova a atitude de David (mas, claro, para Negan está tudo bem abusar física e mentalmente das esposas que casaram forçadamente com ele…).
Um dos pontos altos do episódio é a conversa pesada e emocional entre Sasha e o líder dos Salvadores, que testa a lealdade dela e pergunta se foi Rick (Andrew Lincoln) que a enviou – coroada pela frase "Rick? A sua vadia?". Negan, então, oferece que ela se junte aos Salvadores como Eugene (Josh McDermitt). Claro que o próprio Eugene, eventualmente, aparece por ali para tentar convencê-la que estar com Negan é melhor do que ver amigos morrerem (como se o dono de Lucille não fizesse maldades na sua base) e até invoca a memória do saudoso Abraham (Michael Cudlitz) para isso.
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